SANTO DO DIA – 17 DE JUNHO

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Beato Inácio de Azevedo e 39 Companheiros Mártires

 

Inácio de Azevedo era natural do Porto, Portugal, nascido por volta de 1526, de família importante e influente. Aos 22 anos entrou para a ordem dos Jesuítas. Foi vice-provincial de Portugal e reitor do Colégio de Braga. Destacava-se pela penitência, oração e obras de misericórdia.A grande paixão de Inácio eram as missões! Pela seu caráter empreendedor, ativo e enérgico, São Francisco de Borja, o superior de toda a Ordem, nomeou-o Visitador do Brasil. Chegou à Bahia em 24 de agosto de 1566, juntamente com outros jesuítas. A incumbência revestiu-se de grande dinamismo e oportunas medidas de governo. Partiu para Portugal em 24 de agosto de 1568, para conseguir reforços para o Brasil. Reuniu uma expedição de 73 religiosos, e zarparam nas três naus da frota do Governador do Brasil. A nau em que viajavam Inácio e um dos grupos foram atacados por protestantes calvinistas que quiseram poupar os sobreviventes da luta mas gritaram contra os jesuítas: “Mata, mata, porque vão semear doutrina falsa no Brasil”. Inácio foi ao encontro deles, com uma imagem de Nossa Senhora nas mãos, dizendo a alta voz: “Todos me sejam testemunhas como morro pela Fé católica e pela Santa Igreja Romana”. Já ferido mortalmente, dizia a seus companheiros: “Não choreis, filhos. Não chegaremos ao Brasil, mas fundaremos, hoje, um colégio no céu”.

O massacre se repetiria um ano depois, com outros 12 integrantes dessa expedição missionária, que ainda tentavam navegar rumo ao Brasil. Foi o martírio de Pero Dias e seus companheiros.

Humanamente falando era uma catástrofe para a evangelização do Brasil, mas aos olhos de Deus os mártires são os melhores evangelizadores. Tanto na Europa como aqui em nossas terras, sobretudo, logo foram aclamados “Padroeiros do Brasil” , e conhecidos em toda a cristandade comovida como “Mártires do Brasil”, ou “40 Mártires”. O primeiro grupo de mártires, os 40 de julho de 1570, foi beatificado em 11 de maio de 1854, pelo Bem-aventurado Pio IX. Tratava-se, nesse caso, do reconhecimento e aprovação de um culto que já existia anteriormente.

Oração

Todo-Poderoso e eterno Deus,
que no Beato Inácio e seus companheiros
permitis que veneremos numa só solenidade as palmas de 40 mártires, concedei-nos propício que possamos imitar a invencível constância na fé desta falange de mártires cuja glória no céu jubilosos
contemplamos por Cristo Nosso Senhor. Assim seja.

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